Traduzir Fedora 11: POEdit - Primeira vez…
Março 8, 2009 outros assuntos 1 CommentNota: Preguiçoso para ler o artigo? Veja o vídeo!
Como foi mostrado no artigo anterior, depois de se obter um ficheiro PO, este pode ser editado com a aplicação poedit. Este artigo mostra como pode ser configurado o poedit aquando da primeira utilização.
A utilização normal não precisa de muitas explicações: abrir, traduzir, gravar - mas existe uma funcionalidade que acelera muito o trabalho de um tradutor: a memória de tradução!
A memória de tradução (TM - Translation Memory) funciona da seguinte forma: depois de seleccionada a língua pretendida, a aplicação procura, no disco, pelos ficheiros de traduções das aplicações instaladas, criando uma base de dados de “strings” traduzidas. Quando se abre um ficheiro PO, pode-se sempre invocar a TM para tentar “traduzir” automaticamente “strings” ainda não traduzidas. As strings que assim forem “traduzidas”, carecem de confirmação, mas mais sobre isso num próximo artigo.
A própria aplicação detecta quando está a ser executada pela primeira vez, e permite que o tradutor insira logo o seu nome e e-mail. Estes dados são importantes porque são inseridos automaticamente no cabeçalho dos ficheiros PO. Não desperdicem esta oportunidade de declarar a vossa contribuição. Afinal de contas é uma meritocracia.
Insiram o vosso nome e e-mail da conta FAS, E não fechem o formulário! Acedam ao separador “Tranlation Memory” para inicializar a vossa base de dados. Carreguem em “Add“.
E escolham a nossa língua “pt (Portuguese)“.
Vai ser apresentada uma lista de localizações onde o poedit vai procurar ficheiros com traduções.
Recomendo que se apaguem as sugestões apresentadas e que se escolha apenas as indicadas na imagem a seguir.
Carregue em “Next“. A seguir vão surgir todas as possibilidades. Verifique que não tem ficheiros que possam contaminar a base de dados. Carregue novamente em “Next“. O poedit vai criar a base de dados.
Para utilizar a TM, depois de abrir um ficheiro PO, acede-se ao menu “Catalog->Automatically translate using TM”.
E se tudo correr bem, uma grande percentagem do ficheiro PO irá ser “automaticamente” traduzido.
Alegadamente, nos melhores casos, 60% das “strings” são automaticamente traduzidas.
Traduzir Fedora 11: Recapitulando…
Março 4, 2009 outros assuntos No CommentsEsta série de posts, para a criação da conta FAS, está uma confusão. Comecei, voltei atrás, recomecei… enfim. Eia a ordem correcta dos posts publicados:
Motivação
A importância da tradução em Português.
Criação da conta FAS
O primeiro passo, resumido, para utilizadores que não se importam de ler a documentação oficial, nem têm medo de utilizar o terminal. Os restantes podem ignorar este post.
Disponibilização da caneta liveUSB, disponibilizada pela GlobalTek, construída a partir do Fedora 10 e com o software necessário para os tradutores. Ideal para quem não tem o Fedora instalado (QUÊ?!).
O novo início. Instruções detalhadas, passo a passo, com muitas imagens para utilizadores com muita vontade de ajudar, mas com pouco tempo a perder. Cobre a secção 2.1 do Guia Introdutório Rápido para Traduções.
Criar as chaves SSH e GPG, relativo às secções 2.2 e 2.3 do guia.
Pedir a conta FAS. Secção 2.4.
Assinar o CLA. Secção 2.5.
Aderir ao Grupo cvsl10n. Secção 2.6 e 2.7, mas com teste de acesso via web em vez do acesso via CVS que aparece no guia. Muito mais fácil.
Apresente-se à Comunidade! Secção 2.8.
Por esta altura tem a conta FAS criada e activa. Bem vindo!
(Nota: No guia existem mais dois pontos, mas são menos importantes. o 2.9 é para criar uma conta no sistema de bugs. Pode ser feito quando, e se, for necessário. o ponto 2.10 é uma recapitulação destes pontos.)
Traduzir
Traduzir o Fedora envolve um workflow muito simples:
- Obter os ficheiros com as frases a traduzir.
- Configurar o POEdit
- TODO: Traduzir.
- TODO: submeter os ficheiros com as frases traduzidas.
(Nota: Post inacabado. Mantenha-se atento.)









